CIMBB: Nove empresas assinaram programa de apoio à produção nacional

CIMBB: Nove empresas assinaram programa de apoio à produção nacional

Empresa de Proença assinou contrato

Nove empresas da área da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (CIMBB) vão ser apoiadas no âmbito Programa de Apoio à Produção Nacional (PAPN), tendo os primeiros termos de aceitação sido assinados ontem, 11 de janeiro, em Castelo Branco, numa cerimónia que contou com a presença de Ana Abrunhosa, Ministra da Coesão Territorial, Isabel Ferreira, Secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Damasceno, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR-C) e João Lobo, presidente da CIMBB e da Câmara Municipal de Proença-a-Nova.

Das 9 empresas que vão ser apoiadas uma é de Proença-a-Nova, a empresa Promármores, Lda, estando neste momento mais quatro empresas do concelho com candidaturas a ser analisadas.

De acordo com João Lobo, até ao momento foram rececionadas 43 candidaturas que representam um investimento de 3.193.000,00 €, ainda que nem todas estejam em condições de ser aprovadas.

“Não podemos ter uma visão transversal do país, queremos ser todos iguais, mas somos diferentes e nessa diferenciação temos que ter regulamentos e avisos que se ajustem às especificidades dos próprios territórios”.

afirmou João Lobo

Já Isabel Damasceno, presidente da CCDR-C, destacou os dois programas que antecederam o PAPN, nomeadamente o SI2E e o +Coeso Emprego.

“Independentemente do que vier a acontecer nas próximas eleições, está absolutamente assumido pelo território, pelas CCDRs e pelas nossas Comunidades Intermunicipais, que estes são instrumentos essenciais”

afirmou

No total, estes três programas tiveram um impacto no programa operacional regional de 200 milhões de euros, sendo que na área da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa contabilizou 16 milhões de euros, num total de 285 operações e cerca de 56 mil euros por projeto em média.

Já Ana Abrunhosa, Ministra da Coesão Territorial, afirmou que estas são “medidas que o território precisa” reafirmando a necessidade de continuar com estes apoios para os resultados começarem a aparecer. “No país, abrimos esta medida com 100 milhões de euros, já temos mais de 1.700 projetos com decisões favoráveis que implicam um investimento de 250 milhões de euros que vão ajudar a manter quase 20 mil postos de trabalho”. É, na sua perspetiva, “um dos melhores exemplos de coesão”, alinhado com as “necessidades do território”.

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