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Sertã: Prémio Autarquia do Ano distingue Maratona de Leitura

O Município da Sertã foi distinguido com o Prémio Autarquia do Ano – Grupo Mosqueteiros, na categoria “Cultura e Património”, subcategoria Literatura, através da “Maratona de Leitura da Sertã”. Este prémio, que conta já com sete edições, reconhece boas práticas e estratégias diferenciadoras desenvolvidas por municípios e freguesias, tendo em conta o seu interesse público.
A cerimónia de entrega da 7.ª edição do Prémio Autarquia do Ano – Grupo Mosqueteiros, decorreu no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, a 7 de outubro, e contou com a presença do Ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida. O Município da Sertã esteve representado por Rui Antunes, vice-presidente da Câmara Municipal, que recebeu o galardão.
“Promovida pelo Município da Sertã, através da Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes, a Maratona de Leitura tem vindo a afirmar-se como um projeto estruturante da política cultural do concelho, utilizando a literatura como instrumento de valorização do território, promoção dos hábitos de leitura, coesão social e dinamização económica e turística. Ao longo de 14 edições, a Maratona de Leitura tem vindo a consolidar uma identidade própria, afirmando-se como um dos festivais literários mais originais no panorama nacional. Esta originalidade advém essencialmente da sua programação, marcada pela diversidade, inovação e qualidade, que cruza literatura, música, artes performativas, património e natureza, mas também pela sua lógica colaborativa e participativa da comunidade, que envolve ativamente associações, voluntários, escolas, agentes culturais e diversas instituições”, refere a autarquia na nota enviada
Para Carlos Miranda, presidente da Câmara Municipal da Sertã, esta distinção vem “reforçar a afirmação da Maratona de Leitura como uma referência cultural e um instrumento de coesão territorial.” A Maratona de Leitura da Sertã, já apelidada do “Festival Literário mais bonito de Portugal”, tem “a particularidade e a unicidade de não ser apenas um festival literário, mas uma manifestação cultural que usa todo um território como palco, que envolve toda a comunidade e que, no final, cria uma experiência imersiva onde património, natureza e cultura se unem e formam um todo”, contextualizou o edil. Além disso, conclui o autarca, “conta ainda com as icónicas 24 horas a ler, atividade única e que deu nome a este evento”.
A edição de 2026, que decorreu de 2 a 4 de julho sob o tema do “Amor”, contou com mais de 7 mil participações (a maior de sempre), distribuídas por cerca de 70 atividades que compuseram a programação dos três dias.
