São Pedro do Esteval: Festival do Peixe do Rio marcado por “forte participação”
São Pedro do Esteval: Festival do Peixe do Rio marcado por “forte participação”

O Festival do Peixe do Rio voltou a animar São Pedro do Esteval, em Proença-a-Nova, nos dias 10 e 11 de julho. Segundo avança a autarquia, a edição deste ano voltou a ficar marcada “pela forte participação. Ao longo de dois dias, um elevado número de visitantes passou pelo recinto, confirmando o festival como um dos eventos mais identitários da freguesia e do concelho.
A programação reuniu música, gastronomia e animação, com atuações de João Carvalho, Rui Alves, 7.ª Arte, Bombos da Associação JuveFerro, Banda Remix, sessão de Cozinha ao Vivo e o concerto de Micaela, garantindo dois dias de festa contínua, onde o Peixe do Rio voltou a ser rei da Festa.
Luís Gonçalves, presidente da Junta de Freguesia de São Pedro do Esteval, sublinha que esta 7.ª edição “foi mais uma demonstração da força da comunidade”, destacando que o festival “consegue reunir pessoas de todas as aldeias, dos mais novos aos mais velhos, num espírito de trabalho e convívio que não existe em mais lado nenhum”. Para a autarca, o evento é motivo de orgulho: “É uma forma de unir a freguesia. Mesmo quem possa estar afastado durante o ano, nestes dias está lado a lado. As associações são as grandes dinamizadoras deste festival e conseguem trazer as pessoas para mostrar o melhor de cada terra.” Apesar de não existir contagem oficial, o presidente garante que “se sente que veio tantas ou mais pessoas do que no ano anterior, e isso mostra que não desiludimos quem nos visita”.
Também o presidente da Câmara Municipal de Proença‑a‑Nova, João Lobo, destaca o impacto do festival no território: “Este evento é um cartão de visita de São Pedro do Esteval e de todo o concelho. Quando uma freguesia celebra aquilo que a distingue, neste caso, a ligação ao Rio Ocreza e à Albufeira da Pracana, todo o concelho respira esse sucesso.” O autarca realça ainda o papel das associações: “São elas que dão vida ao Festival do Peixe do Rio. É um trabalho árduo, mas que traduz o espírito da comunidade.”
João Lobo recorda que o festival começou por ser de um dia e cresceu para dois “por força das associações e da dinâmica local”, mantendo um formato que “funciona bem para todos, podendo evoluir no futuro para integrar outras valências da freguesia”. Sublinha ainda que São Pedro do Esteval, outra marcada pelo inverno demográfico, “hoje respira de outra forma, fruto da capacidade de mobilização da comunidade e da atração de valor humano e empresarial”.
