Proença-a-Nova: Reuniões de Câmara descentralizadas continuam em 2026

A Câmara Municipal de Proença-a-Nova vai dar continuidade, ao longo de 2026, ao programa de reuniões públicas descentralizadas. A informação é avançada pela própria autarquia.
Para a Câmara esta é uma prática que tem vindo “a afirmar-se como um instrumento fundamental de proximidade entre o executivo municipal e as populações do concelho”.
A realização das reuniões de Câmara em diferentes localidades permite reforçar a ligação direta com os munícipes, promover uma gestão mais participativa e assegurar um conhecimento mais próximo das realidades locais, das necessidades concretas das populações e das dinâmicas sociais, económicas e culturais que cada freguesia tem no seu dia a dia. Esta opção estratégica tem contribuído para uma maior transparência da ação autárquica e para o envolvimento ativo dos cidadãos nos assuntos que dizem respeito ao desenvolvimento do concelho.
lê-se na nota enviada
Para o ano de 2026, as reuniões públicas de Câmara, que decorrerem ao longo do ano na terceira segunda-feira de cada mês, alternando entre o edifício da Câmara Municipal e várias localidades do concelho, nomeadamente Vergão (16 de fevereiro), Escola Pedro da Fonseca (20 de abril), Fórneas (15 de junho), Rabacinas (17 de agosto), Giesteiras (19 de outubro) e Padrão (21 de dezembro), assegurando uma presença regular do executivo municipal no território.
“As reuniões de Câmara descentralizadas são uma forma clara de estarmos onde as pessoas estão, de ouvir diretamente as suas preocupações e de tomar decisões mais informadas e próximas da realidade de cada localidade. É uma opção política que valoriza o território, as pessoas e a participação cívica”.
sublinha João Lobo, Presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova
Ao aproximar o órgão executivo dos territórios, a autarquia afirma ainda criar “condições para que mais pessoas possam assistir às reuniões, intervir e colocar questões diretamente ao Executivo, que no final de cada sessão abre a participação ao público presente, estimulando o diálogo e fortalecendo a confiança entre a população e o poder local”.
