Proença-a-Nova: Restaurante “Ti Zé” alvo de burla

Proença-a-Nova: Restaurante “Ti Zé” alvo de burla

O restaurante/pizzaria “Ti Zé” localizado em plena vila de Proença-a-Nova foi ontem, 24 de novembro, alvo de uma burla.

“O senhor entrou aqui por voltas das 18h30, sentou-se, pediu a ementa e foi pedindo vários pratos, fazendo uma conta significativa para uma só pessoa. Consumiu tudo o que pediu durante cerca de três/quatro horas. No final a empregada disse-lhe o valor e ele exigiu o talão. Depois apresentou um cartão multibanco e disse que não tinha o código, que não tinha mais como pagar e que podíamos chamar as autoridades”.

começam por explicar os proprietários ao Jornal de Proença

As autoridades foram chamadas ao local, identificaram o indivíduo mas “disseram que não tinham poder para fazer mais nada”.

“Eu perguntei-lhes quais eram as consequências de eu avançar com o processo e disseram-me que o Ministério Público o podia julgar, porque efetivamente era um crime. Perguntei se ia ser ressarcida do valor e explicaram que tinha de ser feito um julgamento. Mas como ele não tem nada, faz anos de cadeia e pronto. Disse então que não ia valer a pena estar a ter despesas com um processo em tribunal e no fundo não ser ressarcida. Conclusão, para além de não ser ressarcida, porque não vou receber o valor, ainda vou ter de pagar o IVA ao Estado sobre o que ele consumiu.          

salientam

Segundo os proprietários, o indivíduo “estrangeiro, homem de cabelo pelos ombros liso, estatura média/forte” já se encontrava identificado pela GNR visto que esta não era a primeira vez que agia de tal forma. Situação que revolta ainda mais os lesados pois “é uma pouca vergonha o Comando Distrital de Castelo Branco ter conhecimento da situação e não ter dado qualquer comunicado a ninguém para de alguma forma podermos barrar”.

Contactado pelo Jornal de Proença, o Comandante do Comando Distrital da GNR de Castelo Branco diz não ter conhecimento do caso em concreto mas alerta que nestas situações o melhor a fazer é sempre apresentar queixa.

Aquilo que nós aconselhamos é que as pessoas devem formalizar queixa, independentemente de serem ou não ressarcidas. Se não formalizarem a queixa acabam por nos tirar alguma forma de reação sobre esse mesmo individuo. E nem os próprios tribunais têm forma de fazer o trabalho deles. Se as pessoas se acomodarem com a situação não há forma de atuarmos.

afirma o Coronel Albino Tavares

Já sobre um possível comunicado em forma a alertar, o Comando Distrital explica que “sem haver uma pena dada pelo tribunal é muito difícil nós fazermos isso. Podemos é alertar genericamente mas nunca identificar a pessoa”.

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3 Comentários

  • O bandido protegido pela legislação em vigor da lavra da malandragem politica, os trabalhadores são vitimas desta gatunagem!

  • Ao que nós chegámos, como é possível estas coisas acontecerem em zonas pacatas do nosso país.
    Muito triste e muito preocupante…

  • E voltou ao local do crime levar o guarda chuva …

    Também não lhe foi entregue sem apresentar queixa nas autoridades e provar que o guarda chuva era seu…

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