Proença-a-Nova: CCVFloresta fez 14 anos e lançou as pedras do futuro

 Proença-a-Nova: CCVFloresta fez 14 anos e lançou as pedras do futuro

O Centro de Ciência Viva da Floresta de Proença-a-Nova celebrou ontem, 21 de julho o seu 14º aniversário com a inauguração da exposição “Em redor do mel” e com o lançamento da primeira pedra da ampliação do Centro para acolher o projeto Bioaromas LIIS – Laboratório de Integração e Inovação Social agora com a marca “É Capaz”. O aniversário ficou ainda marcado pelo anúncio do futuro projeto “Quinta Ciência”.

Depois de salientar que osucesso do centro e do nosso trabalho” se deve “à nossa equipa”, Edite Fernandes, diretora executiva do CCVF, inaugurou a exposição “Em redor do mel”.  

“Este é um produto característico aqui da nossa região. São sete os produtos produzidos pelas abelhas, o mais conhecido é o mel, mas até nem é aquele que é mais importante, por exemplo, a polinização é muito mais importante”

esclareceu Edite Fernandes

Esta é uma exposição de livre acesso que depois pode passar por vários centros de ciência viva ou em vários museus.

O momento alto da celebração foi o lançar da primeira pedra da ampliação do Centro que vai acolher o Bioaromas LIIS – Laboratório de Integração e Inovação Social com o nome “É capaz”. Um equipamento que segundo João Lobo, presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova, vem trazer uma nova “condição diferenciada para também ser um movimento de inclusão através da ciência.”

“É capaz” foi de facto essa condição de dizer que qualquer cidadão, numa sociedade que se quer inclusiva, é capaz. É capaz de ser um cidadão ativo, é capaz de gerar riqueza e é exatamente nessa condição que o 14º ano deste centro está de parabéns por conseguir isso”

sustentou o autarca

O novo espaço, com um investimento de 130 mil euros, vai estar divido em duas áreas sendo que vai ter uma área de formação para estes jovens/adultos continuarem “o seu trabalho cognitivo do ponto de vista de aprendizagem e na parte de baixo vai ter a sala de preparação de tudo o que é as aromáticas, tudo o que é a produção e vai gerar a riqueza para se vender” esclareceu ainda João Lobo.

O BioAromas-Liis, que vem dar continuidade ao projeto BioAromas do Agrupamento de Escolas de Proença-a-Nova, acompanha jovens e adultos com mais de 18 anos que não tinham uma resposta social de acompanhamento e inclusão.

A juntar a esta ampliação, o Centro que em 14 anos já recebeu mais de 190 mil visitas numa média de 14 mil visitantes ao ano, já prepara um outro projeto futuro denominado “Quinta Ciência”.

“Para o futuro, e com a ampliação do centro, ele não se esgota exatamente naquilo que é a capacidade de olharmos para a frente. Ainda hoje na Assembleia Geral traduzimos mais um desafio numa “Quinta de Ciência” que traduzirá outras experiências e outra condição de aprendizagem. Temos aqui condições para fazer investimento como este e o que espero é que este centro se traduza sempre com grande dinamismo”

anunciou João Lobo, presidente da autarquia proencense

O autarca explicou ainda que o objetivo da “Quinta Ciência” é “recuperar um espaço físico em que se projete conhecimento e se traduza também na capacidade de produzir riqueza. Essa quinta traduzirá aquilo que é o foco principal deste centro, a floresta, onde a resina será tema central”.

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