Proença-a-Nova: CCVF vai debater risco e valor da floresta

É já no próximo dia 26 de junho que o Centro Ciência Viva da Floresta (CCVF) em Proença-a-Nova recebe a conferência “Floresta, Risco e Valor”, num encontro que reúne investigadores, entidades, empresas e agentes da fileira florestal para debater os desafios e oportunidades associados à gestão do território, ao risco climático e à criação de valor na floresta portuguesa.
A sessão de abertura, marcada para as 10h00, contará com a presença de João Lobo, Presidente da Câmara Municipal de Proença‑a‑Nova, e de Rui Ladeira, Secretário de Estado das Florestas. Segue‑se, às 10h30, a Keynote de Paulo Fernandes, Coordenador da Estrutura de Missão “Reconstrução da Região Centro do País”, dedicada ao tema “Que futuro para os territórios florestais em Portugal?”.
O programa da manhã prossegue com o painel “Conhecer para gerir: cadastro, planeamento e transformação da paisagem” (11h00), moderado por Ana Palmeira, Presidente da AEBB. Participam Eugénia Amaral (eSIPU), representantes do ICNF e o projeto OIGP 2.0 do Município de Pombal. Às 12h00, o debate centra‑se no financiamento, com o painel “Como financiar a floresta do futuro?”, moderado por Luís Rochartre, CTO da ForestWISE – Agência para o Clima, e com intervenção de Joaquim Reis, da Fundação Repsol.
A tarde inicia‑se às 14h30 com o painel “Criar valor na floresta: a visão da fileira”, moderado por João Carvalhinho, da CIMBB, e com contributos de Susana Carneiro (Centro PINUS), Sara Pereira (BIOND) e do Clube de Produtores Florestais da Navigator. Segue‑se, às 15h30, o painel “ForestTech: inovação para prevenir e responder às calamidades”, moderado por Luís Matas (IIBT Pinhal Interior), com intervenções de Hugo Almeida (RI Forestry), Domingos Guimarães (Impact Now Capital) e Sara Otero, Climate Resilience Senior Officer da Fundação Aga Khan Portugal. A conferência encerra às 16h30.
A iniciativa resulta de uma parceria entre o Município de Proença‑a‑Nova, o Jornal do Fundão, a AEBB, a CIMBB e diversas entidades da florestal, reafirmando o concelho como espaço de debate e construção de respostas para os desafios ambientais e territoriais do país.
