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Proença-a-Nova: Aeródromo Municipal recebeu 1154 movimentos aéreos em 2021

Em 2021, o Aeródromo Municipal de Proença-a-Nova recebeu 1154 movimentos aéreos relacionados com a atividade do combate a incêndios, de saltos de paraquedismo e de privados que utilizaram este equipamento. Os números são avançados pela autarquia de Proença-a-Nova, em nota enviada à comunicação social, onde também dá conta também de um exercício à escala total testa Plano de Emergência do Aeródromo.
Na nota enviada a autarquia relembra que na eventualidade de ocorrer um incidente com qualquer uma destas aeronaves ou até numa aterragem de emergência, “o Aeródromo dispõe de um Plano de Emergência onde estão contempladas as ações a serem desenvolvidas para fazer face a diversas situações tipificadas de emergência, onde os procedimentos de coordenação e comunicação estão evidenciados e as responsabilidades e obrigações de cada entidade envolvida estão devidamente identificadas de forma a assegurar uma resposta rápida e coordenada de todos os intervenientes internos e externos”.
Nesse sentido e de forma a preceder à renovação do Manual e do Plano de Emergência do Aeródromo é necessário realizar bienalmente um exercício à escala total para avaliar a capacidade de reação a um eventual acidente que ocorra nas suas infraestruturas. Esse exercício aconteceu recentemente no passado dia 8 de março.
Pelas 10h30, o alarme soou quando um Fire Boss, que esteve envolvido no combate a um incêndio, reporta problemas no flutuador direito que afetaram o trem de aterragem do mesmo lado. Como resultado, no decorrer da aterragem o piloto perde o controlo da aeronave que fica imobilizada ao lado da pista. Com ferimentos ligeiros, consegue sair pelos próprios pés e deslocar-se para a ambulância dos Bombeiros Voluntários de Proença-a-Nova que, entretanto, chegam à pista. No despacho de meios é ainda chamada a GNR, o Serviço Municipal de Proteção Civil, a direção do Aeródromo e a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) de Castelo Branco que articulará a coordenação de todos os agentes de proteção civil em campo.
descreve a autarquia como o simulacro realizado
No final Francisco Peraboa, Comandante Operacional Distrital da ANEPC, reforçou a importância de realizar exercícios desta natureza “para que todos os procedimentos estejam bem articulados e bem pensados”, até porque “hoje em dia já não há proteção e socorro apenas com um agente de proteção civil”. A ligação entre todas as entidades é fundamental na eventualidade de ocorrer um acidente: “é importante para podermos salvar vidas”.
Para além dos Bombeiros de Proença-a-Nova, ANEPC, Proteção Civil Municipal e GNR, participou ainda a empresa Agro-Montiar com a cedência da aeronave para a realização do exercício.
