Outubro, “ser discípulo missionário”

Outubro, “ser discípulo missionário”

No Vídeo do Papa de outubro, o Papa Francisco pede que todos sejam discípulos missionários na vida cotidiana, nas atividades do dia-a-dia, testemunhando o encontro com Jesus e vivendo inspirados pelo Evangelho.

Esta missão a que todos nós batizados somos chamados centra-se, sobretudo, em

“estarmos disponíveis ao Seu chamado e vivermos unidos ao Senhor nas coisas mais cotidianas, no trabalho, nos encontros, nas ocupações diárias, nas casualidades de cada dia, deixando-nos sempre guiar pelo Espírito Santo”.

Este mês o Papa reforça este apelo, convidando homens e mulheres a deixarem-se “mover” por Cristo e assim darem testemunho de uma vida que contagia os outros, que atrai sem forçar nem exigir. No vídeo, ele nos diz que cada testemunho de vida provoca admiração, e a admiração faz com que os outros se perguntem: “Como é possível que ele seja assim?” ou “De onde essa pessoa tira o amor com que trata a todos, a gentileza, o bom humor?”

Ser missionário é buscar e fomentar o encontro pessoal, face a face, pessoa a pessoa. No livro-entrevista “Sem Ele não podemos fazer nada. Uma conversa sobre o ser missionário no mundo de hoje, onde se recolhe um intercâmbio de ideias entre o Papa Francisco e o jornalista italiano Gianni Valente, o Santo Padre diz claramente que “a Igreja cresce por atração e testemunho”. Trata-se de viver perto de Jesus, no encontro com os outros: “Se é Cristo que atrai você, se você se move e faz as coisas porque é atraído por Cristo, as pessoas então irão dar-se conta disso sem esforço. Não há necessidade de demonstrá-lo, e muito menos ostentá-lo”. Trata-se de incorporar o Evangelho na vida cotidiana. Um fogo que acende outro fogo.

Missão e sinodalidade
“Uma Igreja sinodal só pode ser uma Igreja missionária, porque a missão só pode começar com aquele dinamismo de escuta recíproca que é premissa e condição para acolher o que o Espírito sugere à Igreja”, afirma o Secretário-Geral do Sínodo dos Bispos, cardeal Mario Grech. “Só rezando e abrindo os olhos a tudo que nos cerca – recorda o Papa Francisco – será possível perceber a ação já operante do Espírito e ser uma Igreja em movimento, missionária, que evita a autorreferencialidade e é capaz de ser para todos aquele ‘sacramento de cura’ de que o mundo tanto precisa”.

*Vídeo do Papa

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