Ministério de Catequista

Ministério de Catequista

Santa Sé

No dia 10 de Maio do ano de 2021, o Papa Francisco escreveu a carta apostólica, ANTIQUUM MINISTERIUM, isto é, Antigo Ministério, pela qual institui o ministério de catequista.

O Papa Francisco citando a Primeira carta aos Coríntios (12, 4-11) reafirma que o grande Obreiro na Igreja e inspirador dos grandes dons e tarefas é o Espírito Santo.

Toda a história da evangelização destes dois milénios manifesta, com grande evidência, como foi eficaz a missão dos catequistas. Bispos, sacerdotes e diáconos, juntamente com muitos homens e mulheres de vida consagrada, dedicaram a sua vida à instrução catequética, para que a fé fosse um válido sustentáculo para a existência pessoal de cada ser humano.

Não se pode esquecer a multidão incontável de leigos e leigas que tomaram parte, diretamente, na difusão do Evangelho através do ensino catequístico.

Carta Antiquum Ministerium, nº3

Dentro da educação cristã, o ensino catequético é uma missão partilhada e enriquecida pela diversidade de intervenientes.

Sem diminuir em nada a missão própria do Bispo – de ser o primeiro Catequista na sua diocese, juntamente com o presbitério que partilha com ele a mesma solicitude pastoral – nem a responsabilidade peculiar dos pais relativamente à formação cristã dos seus filhos, é necessário reconhecer a presença de leigos e leigas que, em virtude do seu Batismo, se sentem chamados a colaborar no serviço da catequese.

Carta Antiquum Ministerium, nº5

Ser catequista é uma vocação dentro da missão da Igreja na transmissão da fé, desde o despertar da fé até à formação permanente do baptizado. Como vocação requer discernimento.

O Catequista é simultaneamente testemunha da fé, mestre e mistagogo, acompanhante e pedagogo que instrui em nome da Igreja. Uma identidade que só mediante a oração, o estudo e a participação direta na vida da comunidade é que se pode desenvolver com coerência e responsabilidade.

Carta Antiquum Ministerium, nº6

A Instituição do Ministério do catequista é um reconhecimento da Igreja do papel fundamental dos leigos(as) na transmissão da fé.

receber um ministério laical como o de Catequista imprime uma acentuação maior ao empenho missionário típico de cada um dos batizados que, no entanto, deve ser desempenhado de forma plenamente secular, sem cair em qualquer tentativa de clericalização

Carta Antiquum Ministerium, nº7

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