Jornada de Jejum e Oração pela Paz

 Jornada de Jejum e Oração pela Paz

A Vigararia Clero Vocações Ministérios da Diocese de Portalegre e Castelo Branco, fazendo eco do desafio ao jejum pela PAZ do Papa Leão XIV disse em comunicado:

“Uma saudação amiga de paz e bem.

O Mundo precisa de Paz! Todos precisamos de Paz! “Uma paz desarmada e desarmante, humilde e perseverante”, como definia o Santo Padre no dia da sua eleição.

Todos experimentamos o que a Paz pode trazer de fecundidade e incentivo ao progresso das pessoas e dos povos, à harmonia das comunidades, ao cuidado conjunto da casa comum, à criação de redes e relações.

A Paz que alimenta a criatividade cristã inquieta pela fidelidade ao seu Senhor, a Paz que brota da imaginação espiritual que desperta os ideais, concretiza os desafios, saboreia a diferença entre ter Paz e ter guerra.

O Santo Padre, o Papa Leão, convidou-nos a viver o pf dia 22 de Agosto, sexta feira, memória litúrgica da “Virgem Santa Maria, Rainha”, como uma jornada de jejum e oração suplicando o dom da Paz. 

Cristo é o Príncipe da Paz, a Paz é um dos dons messiânicos. E a Mãe do Céu é, tantas e tantas vezes, invocada por nós como Rainha da Paz. E advertiu “rezai … para obterdes a Paz”!

A ‘Vigararia do Clero, Vocações e Ministérios, e Vida Consagrada’ da nossa Diocese de Portalegre-Castelo Branco, faz eco deste convite do Papa e vem pedir a todos os Sacerdotes, Diáconos, Religioso(a)s, Consagrado(a)s que, na comunhão da Igreja, rezem neste dia por esta intenção: a Paz.

Peçamos a Paz que vem de Deus, Deus que nos ama a todos incondicionalmente.

Podemos encontrar um momento a sós com o Senhor junto do Sacrário; podemos rezar o Terço individualmente ou em grupo; podemos, na Eucaristia, colocar no Altar esta intenção; podemos Na Oração Universal da Eucaristia e nas Preces de Laudes e Vésperas introduzir uma intenção suplicando a Paz e a conversão do coração para a alcançar; podemos procurar, no meio do nosso dia (de trabalho ou de férias) um momento em que vivenciamos a comunhão da nossa prece pela Paz com a vida de toda a Igreja; pode ser no segredo e no silêncio; podemos, sem pretensiosismos, puxar o tema da Paz às nossas conversas; podemos “obrigar-nos” a jejuar de “má língua”; podemos escrever um texto, um poema, um hino de bênção; podemos oferecer tempo, alimento ou diálogo do nosso, jejuando da nossa autonomia singular; podemos, concretizando a oração e o jejum, fazer “tantas pazes”!

Ao sabor de cada um, todos ao sabor de Deus, estaremos a viver uma Jornada de Oração e Jejum pela Paz. Feliz e santa Jornada!

Em comunhão

*Emanuel p. 

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