Dia da Não violência e da Paz na Escola

 Dia da Não violência e da Paz na Escola

O estudo realizado no ano de 2019 e publicado pela UNICEF concluiu que 46% dos jovens portugueses (entre os 13 e os 15 anos) afirmam ter sofrido ou ter estado envolvidos em situações de bullying no ano anterior.

Na publicação da UNICEF “Uma lição diária: #PôrFIMàViolência nas escolas”, salienta-se que a violência entre pares é uma componente perversa da educação dos jovens de todo o mundo, tendo impacto na aprendizagem e no bem-estar tanto nos países ricos, como nos pobres.

Ciente do problema que é a violência e a ausência de paz no ambiente escolar, «O Ministério da Educação, preocupado e atento a estas situações de violência, impulsionou o “Plano Escola Sem Bullying. Escola Sem Violência”, instrumento destinado a toda a comunidade educativa, que se pretende de sensibilização, prevenção e intervenção, com vista à erradicação destes fenómenos. O plano de prevenção, bem como os materiais de suporte a ações a desenvolver pelas escolas, estão disponíveis no website www.sembullyingsemviolencia.edu.gov.pt».

O Dia Escolar da Não Violência e da Paz comemora-se anualmente a 30 de janeiro.

A data foi instituída em 1964 em Espanha pelo poeta, pedagogo e pacifista espanhol Llorenç Vidal, mas foi acolhida a nível internacional. Foi escolhido o dia 30 de janeiro por assinalar o falecimento do grande pacifista indiano Mahatma Gandhi.

Neste sentido, o objetivo do Dia Escolar da Não Violência e da Paz passa por alertar os alunos, os professores, os pais, os políticos e os governantes para a necessidade de uma educação para a paz, que promova valores como o respeito, a igualdade, a tolerância, a solidariedade, a cooperação e a não violência. Na vigência do confinamento geral obrigatório em Portugal, e por isso estando também os alunos e professores confinados em suas casas em contributo para a redução das redes de contágio do coronavírus covid-19, desafiamos todos a desenvolver uma verdadeira consciência a favor da não violência e a cultivar a paz.

*Alfredo B. Serra (Representante do Ministério da Educação na CPCJ)

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