Bullyng, Ideologia do Género e Pornografia! Educação ou ruptura de valores?

Bullyng, Ideologia do Género e Pornografia! Educação ou ruptura de valores?

Bullying é um anglicismo utilizado para descrever actos de violência física ou psicológica intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos, causando dor, angústia e visando destruir a auto-estima da vítima, que se vê coagida a enfrentar as humilhações diante de todos os colegas.

Tempos de mudança geraram fortes alterações comportamentais e a sociedade foi perdendo os seus contornos e limites morais, ultrapassando as fronteiras dos valores tradicionais e desaguando, lentamente, num mar sem margens, onde o mal e o bem parecem ter o mesmo peso.

A precária ou diminuta educação ministrada em casa, a ausência ou presença ausente dos pais, a deficiente atenção familiar aos filhos, é um caminho muito permeável para que todas as perniciosas influências oriundas do exterior se infiltrem de mansinho no seio do agregado familiar e corrompam a criança ou adolescente em fase de crescente moldagem de caracter e personalidade, mas sempre carente de afectuosas e definidas normas de conduta.

Pais com excesso de trabalho e reduzido tempo disponível para os filhos, desagregamento familiar com consequente reflexo afectivo e educacional e ausência de inter-ajuda entre gerações, permitiu um abandono e isolamento, diminuindo as defesas e a protecção necessárias e indispensáveis para fazer frente a eventuais agressões, que sempre incidem sobre os mais frágeis, tímidos, inseguros e indefesos.

Permanentemente na sociedade acontecem situações dramáticas que se projectam na mente de todos nós, deixando marcas pouco saudáveis: violência doméstica, episódios de forte cariz patológico e acentuada gravidade social e psicológica, que se banalizam à força de repetidas e mal assimiladas explosões mediáticas. Nestas situações deverá haver uma atitude critica, lúcida e vigilante de apoio e esclarecimento por parte de todos os educadores, nomeadamente os pais, avós e outros familiares que não podem nem devem ignorar o seu papel de orientadores e condutores de boas maneiras e bons exemplos.

O excesso de informação mal digerido, a confusão de papéis a desempenhar na sociedade e a ausência ou rejeição de normas e padrões de bom comportamento social, de educação, de saber estar e saber agir, conduziu-nos a este caos de violência em que todos saímos um pouco salpicados, mas no qual também temos a nossa quota-parte de culpabilidade.

A existência e a banalização do bullying poderá ser originada pela falta de apoio no ambiente familiar e gerada a partir da deficiente formação da personalidade, pois os valores familiares são os alicerces para se prever se uma determinada criança poderá ser ou não afectada por este tipo de comportamento ou se poderá vir a agir de forma discriminatória. O seu diagnóstico pode ser elaborado partindo do princípio de que se a sociedade perdeu os seus limites morais, o que poderia ser uma brincadeira, transformou-se numa pura maldade.

Se a violência é uma consequência da deterioração social, é um facto que todas as instituições educativas se devem esforçar por combater as suas causas, indo à raíz do problema mas não esquecendo que o mal só se pode destruir com abundância de bem e nunca usando de violência ou repressão em nome da paz ou da conquista do equilíbrio perdido.

Também a escola não deve ser apenas uma fonte de saber, mas um lugar adequado para dar continuidade à formação dos valores, uma necessidade universal que prepara para o exercício da cidadania e da sua projecção no mundo do trabalho.

Reduzir a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento ao mero capricho de formatar alunos para a Ideologia do Género, não é o papel da escola. Esta não se deve imiscuir numa matéria que pertence aos pais e a isso têm direito.

Ministrar conhecimento científico e tecnológico, de forma ampla e abrangente, valorizando posturas que contribuam para uma melhoria da sociedade, não se coaduna com uma insistência de (de) formação sexual, que mais não é de que uma propaganda deplorável, que não forma mas disforma, distorce e corrompe.

Despertados os alunos para estes temas e nestes termos, aguarda-os os numerosos sites sobre pornografia, um vício que causa dependência, sendo considerada por especialistas de saúde, nomeadamente psiquiatras como a epidemia mais grave do século XXI.

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