A Senhora visita Galisteus e Relva da Louça

 A Senhora visita Galisteus e Relva da Louça

Peregrinação mariana leva fé e emoção às aldeias

No passado dia 4 de maio, a imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima percorreu as localidades dos Galisteus e da Relva da Louça, no concelho de Proença-a-Nova, proporcionando momentos de grande intensidade espiritual e comunitária.

A jornada teve início na Capela dos Casais, seguindo depois em direção à Relva da Louça, num percurso marcado pela devoção e participação popular.

Paragem nos Galisteus com momento de oração

Durante o trajeto, a imagem fez uma paragem junto à Associação dos Galisteus, onde a comunidade aguardava com expectativa a chegada da “Mãe do Céu”.

Neste local, realizou-se um momento de oração vivido com simplicidade, mas também com grande significado para os presentes. A receção foi descrita como excelente e profundamente emotiva.

Um testemunho de fé

Ao longo do percurso pela aldeia, registaram-se momentos marcantes, como o de um habitante, o senhor Simões, que, apesar de bastante debilitado, fez questão de aguardar na rua, amparado pela filha, enfrentando o frio para ver passar a imagem.

Este gesto tocou profundamente os presentes, sendo um testemunho vivo de fé e devoção.

Tapete floral e acolhimento especial na Relva da Louça

A chegada à Relva da Louça foi preparada com especial carinho. Um tapete floral aguardava a imagem de Nossa Senhora à entrada da Capela, criando um ambiente de grande beleza e simbolismo.

Após a entrada, a imagem foi colocada num trono decorado, seguindo-se a recitação do terço, num momento de oração comunitária que reuniu a população local.

Continuação da peregrinação até ao Caniçal

No dia seguinte, após a celebração da Eucaristia, a imagem voltou a percorrer as ruas da aldeia, despedindo-se da comunidade antes de seguir viagem em direção à localidade do Caniçal.

Tradição que fortalece a identidade comunitária

A passagem da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima continua a ser um dos momentos mais significativos para as comunidades, reforçando os laços de fé, união e identidade local.

Estes momentos simples, mas profundamente sentidos, mostram que a devoção mariana permanece viva e continua a unir gerações em torno da oração e da esperança.

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