Quando o “silêncio e a “omissão” também são discursos de ódio

Quando o “silêncio e a “omissão” também são discursos de ódio

Vemos, ouvimos e lemos nos órgãos máximos da comunicação social, toda uma série de informações, noticias, grandes parangonas, mas também somos surpreendidos por alguns exageros e outras tantas omissões.

Acontece que, eu e alguns amigos, vimos constactando que são muitos os partidos eleitos como predilectos pelos media, aparecem sempre com grandes aparatos jornalísticos, mesmo por motivos de lana caprina, porém existe um outro, que muitos têm procurado enjeitar, não obstante ter tido uma larga apreciação do eleitorado português, considerado a 3ª força política, mas é como se não existisse nesta democracia em que nos movemos. Dele não se fala, nem se escreve, a não ser para aviltar qualquer hipotética hipótese de o poder denegrir.

Que fique muito claro amigo leitor, não sou de nenhum Partido, mas ainda sei o que significa Democracia, Liberdade de Imprensa e Deontologia Profissional. Acrescento que os órgãos públicos de informação são nossos funcionários, quero dizer, somos nós, os contribuintes, que descontamos para o seu chorudo vencimento…

É gritante como que se mente, inventa e camufla, o Povo percebe, sabe ler nas entrelinhas, embora seja pacífico não é palerma…

Lamento profundamente ter de escrever um texto deste teor mas, como diz o ditado: quem não se sente não é filho de boa gente.

*Miguel Ataíde – professor jubilado

Para si... Sugerimos também...

Deixe o seu comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Subscreva a nossa newsletter