Proença-a-Nova: Parceiros estrangeiros do projeto Fôlego visitaram concelho

Proença-a-Nova: Parceiros estrangeiros do projeto Fôlego visitaram concelho

O Município de Proença-a-Nova é parceiro oficial do projeto FÔLEGO. Esta candidatura tem como eixo prioritário de atuação a relação de proximidade com as comunidades locais dos cinco municípios que integram a Associação de Desenvolvimento Local – Pinhal Maior e dois parceiros estrangeiros, estreitando e promovendo a mobilidade de artistas e públicos entre todos.

Estiveram reunidos em conferência de imprensa, no passado dia 24 de novembro, a comitiva de parceiros da Islândia e Noruega, com ambientalistas, coreografas, académicos, cineastas, poetas e compositores e os representantes dos 5 concelhos parceiros.

Neste mesmo período de tempo exploraram o território, em Proença-a-Nova e visitaram a aldeia da Figueira, onde confecionaram e provaram a tradicional tigelada, a Torre de Vigia da Serra das Talhadas, obra do arquiteto Álvaro Siza Vieira, de onde se consegue uma visão das caraterística morfológicas do concelho e ainda o Centro Ciência Viva da Floresta, encontrando aqui pontos comuns de ideologia e ação, no reconhecimento, estudo e partilha para e pela preservação do meio ambiente.

refere a autarquia em nota enviada

Na conferência que deu o mote ao início oficial desta parceira, esteve presente João Manso, vice-presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova.

“Este projeto virá trazer certas dinâmicas que as pessoas vão gostar. Vão estar disponíveis para participar porque, apesar de estarem, muitas delas, isoladas, sempre mostraram grande abertura a tudo o que é novo”. Rita Guerreiro, elemento da organização refere que este “é um projeto de intervenção cultural com uma ligação muito forte ao território, com uma vontade muito forte em ir além do território dando voz às tradições e aos costumes”.

explicou o autarca

O programa FÔLEGO aliará as artes, a ciência e o ambiente, trabalhando a problemática do clima em várias frentes – não apenas numa abordagem conceptual e artística, mas também através da sensibilização e envolvimento da comunidade em ações concretas no sentido da mitigação e adaptação aos efeitos da crise climática.

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