Política/Saúde: PSD questiona possível fecho de bloco de partos no distrito

Política/Saúde: PSD questiona possível fecho de bloco de partos no distrito

Numa missiva enviada ao Ministro da Saúde, Manuel Pizarro, os deputados do PSD Cláudia André (Castelo Branco) e João Prata (Guarda) pediram explicações sobre as mais recentes notícias que indicam um possível fecho de blocos de parto nos distritos de Castelo Branco e da Guarda.

“Ao que se sabe, e ainda pela comunicação social, o relatório final terá sido apresentado ao governo e, aquele documento, preconiza o encerramento dos blocos de partos dos hospitais de Castelo Branco e da Guarda, mantendo o bloco de partos do hospital da Covilhã ou, noutras notícias, encerram o de Castelo Branco e da Covilhã e mantêm-se o da Guarda”

lê-se na missiva enviada

Em nota enviada à comunicação social, Cláudia André e João Prata não têm dúvidas que a recorrência desta circunstância “é lesiva do bom nome daquelas unidades de saúde e de todos os seus profissionais, desincentiva a eventual deslocação de outros profissionais de saúde nestas e noutras especialidades, fomenta o alarme social e condena aqueles territórios a uma continuada assimetria social e territorial”.

Desta forma para os sociais-democratas e “face ao alarmismo social que foi criado junto das populações importa que o governo clarifique a sua posição e, para além, da rápida divulgação pública do documento final produzido”.

“É ou não intenção do governo encerrar algum/uns dos blocos de partos supramencionados; É ou não intenção do governo legislar muito oportunamente para contrariar o alarmismo social que deixou criar nas comunidades referidas; Que medidas extraordinárias têm sido tomadas, além da simples abertura de vagas a concurso, para reforçar as equipas médicas de especialistas em obstetrícia?”.

questionam os parlamentares

Já hoje dia 18 de Outubro, e segundo a Lusa, a União de Sindicatos de Castelo Branco (USCB) afirmou que o eventual encerramento da maternidade no Hospital Amato Lusitano (HAL) “prejudicará as populações do concelho” e será “um desincentivo à fixação de jovens casais”.

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