Política: Deputados do PS questionam Governo sobre telecomunicações no interior do país

Política: Deputados do PS questionam Governo sobre telecomunicações no interior do país

Os deputados do Partido Socialista, onde se incluem os deputados eleitos pelo Distrito de Castelo Branco Nuno Fazenda, Paula Custódio Reis e Tiago Soares Monteiro, questionaram o governo de forma a saber qual é o estado das necessidades das telecomunicações móveis nas áreas de baixa densidade do interior do país quanto à cobertura de rede fixa e móvel, assim como de banda larga de internet.

“Ainda existe parte do território cujo deficiente acesso à Internet ou pura inexistência de rede móvel colocam um grave entrave à realização pessoal e profissional dos cidadãos, à competitividade económica destes territórios e ao processo de digitalização dos serviços públicos”.

afirmam os deputados na pergunta dirigida ao Ministro das Infraestruturas e Habitação

Na missiva ao Ministério tutelado por Pedro Nuno Santos, os parlamentares referem que “nos municípios do litoral do país, estas têm uma eficiência de 90% ao passo que, nos meios rurais, essa mesma eficiência decresce para os 63,9%”, de acordo com um estudo da ANACOM, de setembro de 2020, relativo às comunicações móveis.

Lembrando que o executivo encarregou a ANACOM de recolher informação atualizada sobre a cobertura de redes públicas de comunicações eletrónicas no território nacional, os deputados querem saber se “já são conhecidas as necessidades existentes, em especial nas áreas de baixa densidade, quanto à cobertura de rede, fixa e móvel, de capacidade muito elevada”.

O Governo tem conhecimento da existência de estruturas de fibra ótica colocadas em territórios de baixa densidade populacional que não tenham a adequada ligação aos fogos habitacionais, por responsabilidade das operadoras? Qual a estimativa do Governo para que possamos ter a faixa interior e transfronteiriça do país integralmente coberta através de fibra ótica” e que medidas está a tomar para “suprir a inexistência de rede móvel em determinadas áreas rurais do país, onde nem sequer é possível efetuar a ligação de emergência (112)”, querem saber os deputados.

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