PARA ADULTOS: Virtudes versus barbárie

PARA ADULTOS: Virtudes versus barbárie
Susana Mexias, Professora

Mas afinal o que são virtudes? São forças que actuam ou podem actuar na vida e no comportamento do ser humano. São elas que nos distinguem dos animais, na medida em que as virtudes têm por base a vida racional do homem.

Sabemos que só a nossa inteligência não chega, é necessário também a educação, os hábitos, a memória, o exemplo e a persistência no aperfeiçoamento da acção. “ Nós somos o que fazemos repetidamente e a excelência não é um simples modo de agir mas sim o resultado de um hábito que se foi enraizando em nós”, são palavras de Aristóteles, um filósofo grego do século IV aC, que deu muita importância à formação dos jovens, à Ética e à Moral.

Pela prática dos actos virtuosos que são inculcados aos jovens no processo educacional, o ser humano vai crescendo em valores, afasta-se da mediocridade, vai-se construindo como um ser de bem, livremente e com um sentido crítico apurado, que lhe permita, em qualquer situação, saber sempre como deve actuar de acordo com a sua consciência formada e bem formada, para não se deixar influenciar e arrastar por ideologias ou argumentos falaciosos que o bloqueiam e o levam a agir como um marginal da sociedade, da família humana a que pertence e do contexto de equilíbrio necessários à vida na terra e até à esperança na Vida Eterna.

As Virtudes e os Valores são responsáveis pela evolução da humanidade no sentido do seu afastamento da animalidade. Quanto mais virtuoso o homem for, mais humano também será. Porém a civilização ocidental sofreu um forte ataque à sua cultura e valores desde 1920. Gramsci, pensador político, sociólogo e político, nas suas teorias defendeu o marxismo cultural, propondo uma mudança interior das pessoas, aculturando-as, alienando-as e minando os valores morais da sociedade.

Considerando como grandes adversários a serem derrubados a ética judaico-cristã, a filosofia grega, o direito romano, a família como uma espécie de veneno que alienava, uma desgraça a extinguir para que a nebulosa libertinagem dos seus pensamentos pudessem impor-se.

Assim, paulatinamente, vimos assistindo a toda uma anarquia relativista que tudo foi corroendo, degradando a humanidade nos afectos, na integridade na sua essência antropológica, conduzindo à degradação sexual de forma erótica e pornográfica.

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