UM DESAFIO

UM DESAFIO

imagem de biologianet

É interessante observar que o mesmo país que berra indignado por alguém defender a pena de morte, é o mesmo que passivamente vê milhares de bebés a serem mortos sem qualquer impunidade de quem faz essa atrocidade. Mais ainda, há uma total compreensão para este tipo de assassínio. Esta morte é bem mais cruel que a pena de morte pois o bebé no útero da sua mãe não se pode defender. É o crime mais hediondo de toda a História da Humanidade. Além disso, como lembra Declaração sobre o aborto de la Congregação para a Doutrina da Fé, invocando A Didaché “ Não matarás com o aborto o fruto do ventre e não farás perecer o bebé já nascido, pois são objecto da solicitude por parte da Providência Divina”. Não se julgue, contudo que esta posição é apenas para os crentes pois a própria razão nos leva a repugnar tais atitudes.  O Homem constituído por uma natureza racional, é um sujeito pessoal, capaz de reflectir por si próprio, de decidir acerca dos seus actos e, portanto, do seu próprio destino, é um ser livre, embora inicialmente o seja de uma forma potencial.

Cada pessoa deve servir o bem comum, tendo muitas vezes de subordinar os seus interesses pessoais a este bem maior. Mas, como lembra a Congregação para a Doutrina da Fé, não é o fim último, por isso, é a sociedade que deve estar ao serviço da Pessoa na medida em que esta só alcançará o seu destino em Deus. Ela estará definitivamente subordinada a Deus, daí que o Homem jamais pode ser utilizado para fins pessoais egoístas.

Quando ouvimos que homem e mulher são “livres” de procurar o prazer sexual até ficarem saciados (nunca o conseguirão, porque só seremos saciados na eternidade) desprovidos de qualquer lei ou orientação essencial sobre a vida sexual com vista à fecundidade é uma ideia indigna do homem. É com grande regozijo que vemos alguns povos unirem-se contra esta barbaridade, conseguindo ao fim de décadas repor a verdade sobre o Homem e a a Dignidade da Vida Humana. Desafio a homens e mulheres dos diferentes sectores da sociedade, nomeadamente médicos, juristas, pais de família, a unirem-se e tentarem revogar a lei homicida que permite o aborto.

*Maria Guimarães

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