Região: CIM Beira Baixa vai recuperar antiga Colónia Balnear da Areia Branca

Região: CIM Beira Baixa vai recuperar antiga Colónia Balnear da Areia Branca

Encontra-se a decorrer o concurso público de conceção para a elaboração do projeto de recuperação do edifício da antiga Colónia Balnear da Areia Branca na Lourinhã, promovido pela Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (CIMBB) e que conta com a assessoria técnica da Ordem dos Arquitetos – Secção Regional de Lisboa e Vale do Tejo (OA-SRLVT).

O edifício da Colónia Balnear da Areia Branca, na Praia da Areia Branca, concelho da Lourinhã, é atual propriedade da CIMBB. A Colónia Balnear funcionou durante 30 anos, maioritariamente para crianças e jovens do distrito de Castelo Branco. O equipamento balnear encontra-se desativado, desde 2009, após uma forte tempestade que degradou a cobertura do imóvel.

começa por recordar a CIMBB em nota enviada

Alinhada com a estratégia de investimento da Câmara Municipal da Lourinhã na reabilitação do areal da Praia Branca, a CIMBB pretende encontrar uma solução para o avançado estado de degradação do imóvel, reconhecendo que existe interesse em transformar os conteúdos programáticos do edificado pela grande viabilidade de investimento, assente numa estratégia de reconversão do programa, tendo em vista a exploração turística.

Apesar de ser, atualmente, um edifício degradado, a antiga colónia é um espaço com um vasto valor imaterial, associado à função que esteve na sua origem. O objetivo central é a reabilitação do edifício e a requalificação do local, mantendo o propósito funcional do mesmo, ou seja, criar um espaço para todas as idades.

lê-se ainda na nota enviada

A apresentação das propostas decorre até 16 de abril de 2023.

Podem apresentar propostas, entre outros, profissionais independentes ou empresários em nome individual, desde que inscritos na Ordem dos Arquitetos; pessoas coletivas cujo objeto social compreenda a atividade de elaboração de estudos ou projetos de arquitetura; sociedades profissionais de arquitetos e organizações associativas de arquitetos.

A seleção dos trabalhos de conceção será realizada de acordo com os seguintes fatores: solução concetual (ponderação de 50%), funcionalidade (ponderação de 30%) e exequibilidade do projeto (ponderação de 20%).

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