Joana Bento questiona Ministro do Ambiente e Ação Climática

 Joana Bento questiona Ministro do Ambiente e Ação Climática

No âmbito da discussão do Orçamento de Estado para 2021, que se encontra em fase de especialidade, a deputada do Partido Socialista eleita pelo Distrito de Castelo Branco, Joana Bento, interveio na Comissão de Ambiente, Energia e Ordenamento do Território “numa perspetiva de alertar para o despovoamento dos meios rurais que origina uma área florestal de uso cada vez mais espontâneo e não gerido, saudando a redução de 50% da área ardida enquanto meta do Ministério, e perspetivando um necessário “olhar novo” para a floresta, através da ação do presente governo”, adianta a parlamentar em nota enviada à comunicação social.

Desta forma a parlamentar questionou João Pedro Matos Fernandes sobre a “resposta que este novo orçamento dá para a Floresta, enquanto sumidouro de carbono e ainda quais os incrementos, tendo em conta os planos apresentados, para a valorização dos vários ecossistemas.” Joana Bento quis ainda saber “que estruturas de valorização, ou chave política prioritária em 2021, serão disponibilizadas para os territórios florestais mais vulneráveis.”

Em resposta, o Ministro afirmou que Portugal “tem hoje uma capacidade de sequestro de carbono quase a 100%, decorrente das florestas” e que o grande objetivo do ministério é a “gestão da política florestal, através de verbas do PDR para investir na paisagem e do Fundo Ambiental para remuneração do cuidado dos proprietários”. Por último o ministro salientou que a “política florestal é uma política que tem de reconhecer a diversidade do próprio território. A nossa política é do reconhecimento de como o território é diverso e por isso também a dedicação que fizemos dos 11 condomínios de aldeia que já estão contratados, de Monchique e Silves ao Pinhal Interior.”

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